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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40788
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorAraújo, David Velanes de-
dc.date.accessioned2024-12-18T13:04:49Z-
dc.date.available2024-12-18T13:04:49Z-
dc.date.issued2024-09-05-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40788-
dc.description.abstractCette thèse analyse comment Gaston Bachelard a reçu et interprété la philosophie critique d'Immanuel Kant, mettant en évidence l'aspect néo-kantien qui imprègne son rationalisme appliqué. Bachelard, influencé par le néo-kantisme français, a reconnu que les idées kantiennes ne pouvaient être directement appliquées à l'interprétation de la mécanique quantique : une science qui a instauré une rupture épistémologique avec les préceptes de la physique classique et défié les principes fondamentaux du kantisme. Cependant, Bachelard a perçu que les principes kantiens offraient encore une alternative féconde pour relever les défis de cette nouvelle science. Il a ainsi proposé un non-kantisme ou kantisme ouvert, représentant une philosophie inspirée de la perspective transcendantale de Kant, mais adaptée au contexte scientifique contemporain. Cette nouvelle philosophie, qui constitue un nouveau rationalisme, résulte d'un projet de flexibilisation, d'expansion et de dynamisation des catégories kantiennes, en opposition à la conception d'une raison absolue et immuable défendue par Kant. Bachelard intègre la notion kantienne de noumène positif pour expliquer l'objectivation de l'objet quantique, qu'il considère comme un objet de la pensée mathématique réalisé dans l'expérimentation technique. Cela implique non seulement un nouveau modèle de schématisme, élaboré par Bachelard par analogie avec le schématisme transcendantal, mais aussi une révision des jugements synthétiques a priori, préservant ainsi la perspective transcendantale.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES/Printpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBachelardpt_BR
dc.subjectNão kantismopt_BR
dc.subjectRacionalismo aplicadopt_BR
dc.subjectKantpt_BR
dc.subject.otherBachelardpt_BR
dc.subject.otherNot kantianismpt_BR
dc.subject.otherApplied rationalismpt_BR
dc.subject.otherKantpt_BR
dc.titleO neokantismo de Gaston Bachelardpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::EPISTEMOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1Barbosa, Elyana-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6947128920437219pt_BR
dc.contributor.advisor2Kauark-Leite, Patrícia Maria-
dc.contributor.advisor2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4317643461462410pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Pierron, Jean-Philippe-
dc.contributor.referee1Souto, Caio Augusto Teixeira-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5736-2262pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3331693841423923pt_BR
dc.contributor.referee2Almeida, Fábio Ferreira de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3543790024810464pt_BR
dc.contributor.referee3Rodrigues, Malcom Guimarães-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-4758-7120pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8316619833936970pt_BR
dc.contributor.referee4Silva Filho, Waldomiro José da-
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0002-0874-9599pt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/0606699315474354pt_BR
dc.contributor.referee5Kauark-Leite, Patrícia Maria-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/4317643461462410pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-8992-6701pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2606529928367856pt_BR
dc.description.resumoEsta tese analisa como Gaston Bachelard recebeu e interpretou a filosofia crítica de Immanuel Kant, ressaltando o aspecto neokantiano que permeia seu racionalismo aplicado. Bachelard, influenciado pelo neokantismo francês, reconheceu que as ideias kantianas não poderiam ser diretamente aplicadas à interpretação da mecânica quântica: uma ciência que instaurou uma ruptura epistemológica com os preceitos da física clássica e desafiou os princípios fundamentais do kantismo. No entanto, Bachelard percebeu que os princípios kantianos ainda ofereciam uma alternativa fecunda para enfrentar os desafios dessa nova ciência. Ele propôs, assim, um não kantismo ou kantismo aberto, que representa uma filosofia inspirada na perspectiva transcendental de Kant, porém adaptada ao contexto científico contemporâneo. Essa nova filosofia, que constitui um novo racionalismo, resulta de um projeto de flexibilização, expansão e dinamização das categorias kantianas, em oposição à concepção de uma razão absoluta e imutável defendida por Kant. Bachelard incorpora a noção kantiana de númeno positivo para explicar a objetivação do objeto quântico, que ele considera um objeto do pensamento matemático realizado na experimentação técnica. Isso pressupõe não apenas um novo modelo de esquematismo, elaborado por Bachelard por meio de uma analogia com o esquematismo transcendental, mas também uma atualização dos juízos sintéticos a priori, preservando, assim, a perspectiva transcendental.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
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dc.type.degreeDoutoradopt_BR
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