Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41442
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorBragagnolo, Felipe-
dc.date.accessioned2025-03-14T11:08:20Z-
dc.date.available2024-10-
dc.date.available2025-03-14T11:08:20Z-
dc.date.issued2024-09-05-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41442-
dc.description.abstractThis thesis' aim is to analyze whether the sense of intuition can be expanded when comparing Husserl's descriptive phenomenology, as expressed in his Logical Investigations (1900-1901), with Kant's transcendental metaphysics in the Critique of Pure Reason (1787). The general hypothesis of this study suggests that both Kant and Husserl favor the defense of the sense of intuition reduced to the categorial sphere, making it necessary to enlarge the analysis of the sense to defend it as an independent and original structure of knowledge. In Kantian transcendental metaphysics, the a priori structure of understanding subsumes the sense expressed in empirical intuition, considering it to possess an intrinsic epistemic blindness. Although this intuition is responsible for granting sense to the concepts of understanding, the transcendent signification produced by the categories hides the original sense. Conversely, by removing the exclusivity of being from the copula of the judgment and demonstrating that the intensity of the fulfillment of categorial acts depends on the contents of sensible intuition, Husserl attributes categorial aspects to intuition, thus expanding the notion of sense. Following this Husserlian conceptualization, in History of the Concept of Time: Prolegomena (1925), Heidegger argues that the relational state of true-being and identical-being are a priori laws that subsist in themselves. This definition gains greater emphasis when we realize that it was already present, albeit in an incipient form, in Reinach's Concerning Phenomenology (1914), where he argues for the subsistence of the a priori. Thus, it becomes possible to defend greater autonomy of the sense of intuition concerning the categorial sphere, when grounded in the realist a priori theory of the laws of essence, perfected by the early Göttingen phenomenologists.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.description.sponsorshipPDSE-CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSentido (filosofia)pt_BR
dc.subjectIntuiçãopt_BR
dc.subjectLeispt_BR
dc.subjectKant, Immanuelpt_BR
dc.subjectHusserl, Edmundpt_BR
dc.subject.otherSense (philosophy)pt_BR
dc.subject.otherIntuitionpt_BR
dc.subject.otherLawspt_BR
dc.subject.otherKant, Immanuelpt_BR
dc.subject.otherHusserl, Edmundpt_BR
dc.titleOs limites do sentido da intuição em Kant e Husserlpt_BR
dc.title.alternativeThe limits of intuition’s sense in Kant and Husserlpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.contributor.advisor1Ferreira, Acylene Maria Cabral-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9575-0060pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6232332421697606pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Pradelle, Dominique-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9441-2318pt_BR
dc.contributor.referee1Ferreira, Acylene Maria Cabral-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9575-0060pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6232332421697606pt_BR
dc.contributor.referee2Curvello, Flavio Vieira-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-9072-4472pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3683549895365835pt_BR
dc.contributor.referee3Grzibowski, Silvestre-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-9184-9250pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6586514798766408pt_BR
dc.contributor.referee4Porta, Mário Ariel Gonzáles-
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0001-8220-1540pt_BR
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/0864141297940508pt_BR
dc.contributor.referee5Kuiava, Evaldo Antônio-
dc.contributor.referee5IDhttps://orcid.org/0009-0007-6643-9883pt_BR
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/8249925720270256pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0001-9516-8698pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2203816540380781pt_BR
dc.description.resumoO objetivo desta tese consiste em analisar se o sentido da intuição pode ser ampliado quando confrontada a proposta expressa na fenomenologia descritiva de Husserl, das Investigações Lógicas (1900-1901), com a da metafísica transcendental de Kant, da Crítica da Razão Pura (1787). A hipótese geral desse estudo sugere que tanto Kant quanto Husserl privilegiam a defesa do sentido da intuição reduzido à esfera categorial, de modo que se torna necessário expandir a análise do sentido para defendê-lo enquanto estrutura independente e originária do conhecimento. Na metafísica transcendental kantiana, a estrutura a priori do entendimento subsume o sentido expresso na intuição empírica, ao considerá-la como constituída de uma cegueira epistêmica intrínseca. Por mais que essa intuição seja responsável por conceder sentido aos conceitos do entendimento, a significação transcendente produzida pelas categorias encobre o sentido originário. Em contrapartida, ao retirar a exclusividade do ser da cópula do juízo e ao demonstrar que a intensidade do preenchimento dos atos categoriais é dependente dos conteúdos da intuição sensível, Husserl confere à intuição aspectos do categorial, ampliando a noção de sentido. Seguindo essa conceituação husserliana, nos Prolegômenos para uma história do conceito de tempo (1925), Heidegger defende que o estado de relação do ser-verdadeiro e do ser-idêntico são leis a priori que subsistem nelas mesmas. Essa definição recebe maior ênfase quando percebemos que ela já estava presente, mesmo que incipiente, em Reinach, no texto Sobre a Fenomenologia (1914), ao argumentar sobre a subsistência do a priori. À vista disso, é possível defender uma maior autonomia do sentido da intuição diante da esfera categorial, quando fundamentada na teoria realista a priori das leis de essência, aperfeiçoada pelos primeiros fenomenólogos de Göttingen.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.relation.referencesALES BELLO, A. The Sense of Things: Toward a Phenomenological Realism. Translated by Antonio Calcagno. Ed. Springer; Softcover Reprint of the Original, 2016. ALLISON, H. E. Kant’s transcendental idealism: an interpretation and defense. New Haven: Yale University Press, 1983. Tradução de Dulce María Granja Castro. Barcelona: Anthropos, 1996. ______. El idealismo transcendental de Kant: uma interpretación y defensa. Prólogo y traducción de Dulce Maria Granja Castro. Barcelona: Anthropos. México: Universidad Autónoma Metropolitana, 1992. ALVES, P. M. S. Subjetividade e tempo na fenomenologia de Husserl. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2003. AMERIKS, K. Husserl’s Realism. The Philosophical Review, 86(4), 498, 1977. doi:10.2307/2184565. Acessado em: 10 jan. 2021. AQUILA, R. E. The Relationship between Pure and Empirical Intuition in Kant. Kant Studien : v. 68, n. 3, pp. 275-289, 1977. ARENDT, H. Juger. Sur la philosophie politique de Kant. Paris: Seuil, 2003. ARNAULD, A. & N. P. (1992) [1662]: La logique ou l’art de penser. Paris: Gallimard. BARBARAS, R. Introduction à la philosophie de Husserl. Paris: J. Vrin, 2015. BERNET, R. Différence ontologique et conscience transcendentale. La réponse de la Sixième Méditation Cartésienne de Fink. In: ESCOUBAS, Eliane; RICHIR, Marc. Husserl. Grenoble: Jerome Millon, 1989. BONACCINI, J. A. Analítica e ontologia: sobre a teoria kantiana dos objetos [Analytic and ontology: on the Kantian theory of objects]. Princípios: Revista de Filosofia (UFRN), v. 23, n. 41, p. 295-346, 28 set. 2016. CAVAILLIÈS, J. Sur la logique et la théorie de la science. Paris: Vrin, 1997 CALABRIA, O. P. A distinção kantiana entre aparecimento e fenômeno. Kant E-Prints, Série-2,v.1, n.1 pp. 119-126, 2006. _________. Intuições cegas são aparecimentos. Studia Kantiana. v.15, n.2, pp. 63-85, ago. 2017. _________. Os significados de “intuição”, suas subdivisões e objetos. Kant e-Prints, [S. l.], p. 50-67, 2018. CARNEIRO LEÃO, E. A fenomenologia de Edmund Husserl e a fenomenologia de Martin Heidegger. In: Revista de Abordagem Gestáltica: Phenomenological Studies, v. XII, n. 1, p. 11-22, Jun. 2006. CASSIRER, E. El Problema del Conocimiento, v. 2. Tradução de Wenceslau Roges. 4° Edição. Cidade do México: Fondo de Cultura Economica, 1993. DAHLSTROM. Heidegger’s concept of truth. New York: Cambridge University Press, 2001 DESCARTES, R. Discurso do método. São Paulo: Abril Cultura, 1973. Col. Os Pensadores, vol. XV. DELEUZE, G. La philosophie critique de Kant. PUF: Paris, 1963. DUFRENNE, M. The notion of the a priori. Translated from the French and with an introduction by Edward S. Casey; preface by Paul Ricoeur. Northwestern University Press, 2009. DREYFUS, H. L. Being-in-the-World: A Commentary on Heidegger's Being and Time, Division I. Cambridge: Massachusetts Institute of Technology, 1995. DRUMMOND, J. J. Historical Dictionary of Husserl's Philosophy (Historical Dictionaries of Religions, Philosophies, and Movements). New York: Rowman & Littlefield Publishers, Inc., 2008. ENGLISH, J. Le vocabulaire de Husserl. Paris: Ellipses, 2004. FERREIRA, A. M. C. A apropriação do sentido husserliano de transcendental pela fenomenologia hermenêutica. Phainomenon, [S.l.], n. 30, p. 41-68, mar. 2019. Disponível em: <http://www.gephermeneutica.ppgf.ufba.br/publicacoes.php> Acessado em: 10 jan. 2021. _________. A priori histórico como desdobramento originário e horizontal do a priori ideal. In: Revista O que nos faz pensar, [S.l.], v. 24, n. 36, p. 265-295, Mar. 2015. _________. Existência e Significância. In: PINTO, D. C. M.; MOUTINHO, L. D. S.; SACRINI, M., [et al.] (Orgs.); Ensaios de filosofia em homenagem a Carlos Alberto R. de Moura. Curitiba: Editora UFRP, 2015, p. 115-141. FOUCAULT, M. Gênese e estrutura da Antropologia de Kant. - São Paulo: Ed. Loyola, 2011. GIACOMINI, G. S. Intuição categorial e questão do ser: aproximações entre Edmund Husserl e o jovem Martin Heidegger. 2017. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. doi:10.11606/D.8.2018.tde-09022018-100646. Acesso em: 22 mar. 2024. GONZÁLEZ PORTA, M. A. Edmund Husserl: Psicologismo, psicologia e fenomenologia. – São Paulo: Edições Loyola, 2013. _________. Estudos Neokantianos. – São Paulo: Edições Loyola, 2011. _________. O pensamento de Immanuel Kant. Brasília, DF: Edição Academia Monergista, 2023. _________. Psicologia e Filosofia: estudos sobre a querela em torno ao psicologismo. – São Paulo: Edições Loyola, 2020. GUYER, P. The Transcendental deduction of the categories. In: _____. (Ed.). The Cambridge companion to Kant. New York: Cambridge University Press, 1992. _________. Knowledge, Reason and Taste: Kant’s Response to Hume. Princeton: Princeton University Press. 2008. HANNA, R. Kant e os fundamentos da filosofia analítica. Trad. Leila Souza Mendes. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2004. HAVET, J. Kant et le probleme du temps. Paris: Gallimard, 1947. HEIDEGGER, M. Conferências e escritos filosóficos. São Paulo: Abril Cultural, 1979. _________. Interprétation phénoménologique de la ‘Critique de la Raison pure’ de Kant. Paris, France: Gallimard. (Tradução de Matineau, E. de Heidegger, M. 1977. Phänomenolgische Interpretation von Kants Kritik der reinen Vernunft. Gesamtausgabe (GA): vol. 25. Frankfurt am Main, DE: Vittorio Klostermann, 1982. _________. Introdução à Metafísica. (Band 40). RJ; Tempo Brasileiro, 1969 (a). _________. Kant et le problème de la métaphysique. Paris, France: Gallimard. (Tradução de Waelhens, A. e Biemel, W. de Heidegger, M. 1991. Kant und das Problem der Metaphysik. (Gesamtausgabe (GA): vol. 03. Frankfurt am Main, DE: Vittorio Klostermann), 1953. _________. Prolegomena zur Geschichte des Zeitbegriffs [SS 1925] (GA 20). Frankfurt a. M.: Vittorio Klostermann, 1979, 31994. _________. Prolegómenos para um historia del concepto de tempo. [SS 1925] (GA 20) Madrid: Alianza Editorial, 2007. _________. Que é uma coisa? (Band 41). Trad. Carlos Morujão. [Coleção: Biblioteca de filosofia Contemporânea]. Lisboa: Edições 70, 1987. HAUGELAND, J. (Edit.). Mind Design. Cambridge, M.I.T. Press, 1981. HENRICH, D. Kant’s notion of a deduction and the methodological background of the first Critique. In: FÖRSTER, Eckart (Ed.). Kant's transcendental deductions: the three critiques and the opus postumum. Stanford: Stanford University Press, 1989. HÖFFE, O. Immanuel Kant. Trad. Christian Viktor Hamm & Valério Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2005. HUME, D. (1739-1740). A Treatise of Human Nature and Abstract of A Treatise of Human Nature. Edited by D. F. Norton and M. J. Norton. Oxford and New York: Oxford University Press, 2001. _________. (1748). Enquiries Concerning Human Understanding and Concerning the Principles of Morals. Ed. L.A. Selby-Bigge and P.H. Nidditch, 3rd edn, Oxford, Clarendon Press, 1975. _________. (1739-1740). Tratado da natureza Humana: uma tentativa de introduzir o método experimental de raciocínio nos assuntos morais. Trad. Déborah Danowski. 2º ed. São Paulo: UNESP, 2009. _________. (1748). Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da moral. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed. UNESP, 2004. HUSSERL, E. (1911). A filosofia como ciência de rigor. Coimbra: Biblioteca Filosófica, 1965. _________. (1907). A ideia da fenomenologia. Lisboa: Edições 70, 2008. (Hua II). _________. (1918–1926). Analysen zur passiven Synthesis. Aus Vorlesungs- und Forschungsmanuskripten. Ed. von Margot Fleischer. 1966. (Hua XI) _________. (1918–1926). De la Synthèse Passive. Grenoble: Jérôme Millon, 1998. _________. (1907). Die Idee der Phänomenologie. Fünf Vorlesungen. Walter Biemel (Hrsg). The Hague: Martinus Nijhoff, 1950. (Hua II). _________. (1954). Die Krisis der europäischen Wissenschaften und die transzendentale Phänomenologie. In: Biemel, W. (Ed.). Haag: Martinus Nijhoff, 1976. v. 6, p. 1-276. (Hua VI). _________. (1906/07). Einleitung in die Logik und Erkenntnistheorie. Vorlesungen. Dordrecht/Boston/Lancaster: Martinus Nijhoff, 1984b. (Hua XXIV). _________. (1954). Expérience et Jugement: Recherches en vue d’une généalogie de la logique. Tradução do alemão por D. Souche. Paris : Pressses Universitaires de France (PUF), 1970. _________. (1913). Idéias para uma fenomenologia pura e para uma filosofia fenomenológica: introdução geral à fenomenologia. Tradução de Márcio Suzuki. Aparecida, SP: Idéias & Letras, 2006. (Hua III). _________. (1913). Ideen zu einer reinen Phänomenologie und phänomenologischer Philosophie. Erstes Buch. Haag: Martinus Nijhoff, 1950. (Hua III). _________. (1900). Investigações Lógicas: Prolegômenos à Lógica Pura: volume 1. Tradução para o português de Diogo Ferrer. Rio de Janeiro: Forense, 2014. (Hua XIX/1). _________. (1901). Investigações Lógicas: investigações para a fenomenologia e a teoria do conhecimento: volume 2, parte I. Tradução de Pedro M. S. Alves, Carlos Aurélio Morujão. Rio de Janeiro: Forense, 2012. (Hua XIX/2). _________. (1901). Investigações Lógicas: investigações para a fenomenologia e a teoria do conhecimento: volume 2, parte II. Direção de Pedro M. S. Alves, tradução de Carlos Aurélio Morujão. Lisboa : Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2007. (Hua XIX/2). _________. (1936). La Crise des Sciences Européennes et la Phénoménologie Transcendantale. Paris: Gallimard, 2004. (Hua VI). _________. (1929). Logique Formelle et Logique Transcendantale: Essai d’une critique de la raison logique. Tradução do alemão por Suzanne Bachelard. Paris : Pressses Universitaires de France (PUF), 1957. (Hua XVII). _________. (1950). Meditações cartesianas e Conferências de Paris: de acordo com o texto Husserliana I / Edmund Husserl; editado por Stephan Strasser; tradução Pedro M. S. Alves. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Forense, 2013. (Hua I). _________. (1890-1901). Philosophie der Arithmetik. Mit ergänzenden Texten. In: Eley, L. (Ed.). Husserliana Haag: Martinus Nijhoff, 1970a. v. 12, p. 5-283. (Hua XII). _________. (1901). Recherches Logiques. Première Partie : Rechreches I e II. Tradução do alemão por Hubert Élie, Arion L. Kelkel et René Schérer. Paris: PUF, Tome 2, 1969. (Hua XIX/2). _________. (1901). Recherches Logiques. Deuxième Partie : Rechreches III, IV, V. Tradução do alemão por Hubert Élie, Arion L. Kelkel et René Schérer. Paris: PUF, Tome 2, 1972. (Hua XIX/2). _________. (1901). Recherches Logiques. Trosième Partie : Recherche VI. Tradução do alemão por Hubert Élie, Arion L. Kelkel et René Schérer. Paris: PUF, Tome 3, 1974. (Hua XIX/2). _________. Zur Phänomenologie der Intersubjektivität. Dritter Teil. Haag: Martinus Nijhoff. 1973c. (Hua XV). JACOBI, H. Über Den Transzendentalen Idealismus (Sobre o idealismo transcendental). In: Gil, F. (Org). Intérprete Leopoldina Almeida. Lisboa: Calouste Gulbekian, 1992. KANT, I. (1786). Que significa orientar-se no pensamento? In. A paz perpétua e outros opúsculos. Lisboa: Edições 70, 1995. _________. (1800). Lógica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1999. _________. Forma e princípios do mundo sensível e do mundo inteligível. In. Escritos Pré-Críticos. São Paulo: UNESP, 2005. _________. (1783). Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1987. _________. (1781). Crítica da Razão Pura. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1997. _________. (1781). Kritik der reinen Vernunft. Hamburg: Felix Meiner, 1998. _________. (1798) Antropologia de um ponto de vista pragmático. São Paulo: Iluminuras, 2006. _________. Correspondence/ Immanuel Kant. Trad. e ed. Arnulf Zweig. New York: Cambridge University Press, 1999. KEMP SMITH, N. A commentary to Kant’s Critique of pure reason. With a new introduction by Sebastian Gardner. London: Palgrave Macmillian, 2003. _________. The philosophy of David Hume: A critical study of its origins and central doctrines. London: Macmillan and co., 1949. 2ª ed. KERN, I. Husserl und Kant. The Hague: Martinus Nijhoff, 1964. KITCHER, P. “Kant’s philosophy of the cognitive mind”. In: GUYER, Paul (ed.). The Cambridge Companion to Kant and Modern Philosophy. New York: Cambridge University Press, 2006. LÉVINAS, E. (1930). La teoría fenomenológica de la intuición. Tradução de Tania Checchi. México, DF: Epidermes, 2004; Salamanca, Espanha: Sígueme, 2004. _________. Théorie de l’intuition dans la phénoménologie de Husserl. 5. ed. Paris : J. Vrin, 1984. LOHMAR, D. Wo lag der Fehler der kategorialen Repräsentation? Zu Sinn und Reichweiteeiner Selbstkritik Husserls. In: Husserl Studies, vol. 7, pp. 179-197, 1990. _________. Kategoriale Anschauung (VI. Logische Untersuchung, §§ 40-66). In: V.Mayer. (ed.) Edmund Husserl: Logische Untersuchungen . Berlin: Akademie Verlag, Klassiker Auslegen. pp. 209-242, 2008. LONGUENESSE, B. Kant and the capacity to judge: sensibility and discursivity in the Transcendental Analytic of the Critique of pure reason. New Jersey: Princeton University Press, 2000. SMITH, Norman Kemp. A commentary to Kant's ''Critique of pure reason''. New York: Humanity Books, 1981. LOPARIC, Z. As duas metafísicas de Kant. Kant e-Prints, Campinas, v.2, n.5, p. 1-10, 2003. _________. Os problemas da razão pura e a semântica transcendental. Revista Doispontos, Curitiba, v. 2, n. 2, p. 113-128, 2005. MAIMON, S. Versuch Über die Transzendentalphilosophie. Hamburg: Felix Meiner, 2004. MARION, J-L. Étant donné. Essai d’une phénoménologie de la donation. Paris: Press Universitaires de France (PUF), 1998. MCINTYRE, R; WOODRUFF, D. (Edit.) Husserl and Intentionality. Dordrecht, Reidel, 1982. MISSAGIA, J. O. Redução, intencionalidade, mundo: a fenomenologia Husserliana como superação da oposição entre realismo e idealismo. 2015. Tese (Doutorado em Filosofia) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, 2015. Disponível em: http://hdl.handle.net/10923/7480. Acesso em: 2024-03-22. MOURA, C. A. R. de. Crítica da razão na fenomenologia. – São Paulo: Nova Stella; Editora da Universidade de São Paulo, 1989. _________. Husserl: significação e fenômeno. Revista Doispontos, Curitiba, São Carlos, vol. 3, n. 1, p.37-61, abril, 2006 _________. O nascimento do conceito husserliano de fenômeno. Revista Phainomenon, n. 18-19, Lisboa, p. 41-52, 2011. ORWELL, G. 1984. Tradução Heloisa Jahn, Alexandre Hubner. Introdução Thomas Pynchon. – 1º ed. – São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2020. PAISANA, J. Fenomenologia e hermenêutica: a relação entre as filosofias de Husserl e Heidegger. Lisboa: Editorial Presença, 1992. PATON, H. J. Kant’s metaphysic of experience: a commentary on the first half of the Kritik der reinen Vernunft. London: George Allen & Unwion, 1951 (volume 1). _________. Kant’s metaphysic of experience: a commentary on the first half of the Kritik der reinen Vernunft. London: George Allen & Unwion, 1951 (volume 2). PINTO, P. R. M. Aspectos do problema da causalidade em Kant. Revista Síntese, Belo Horizonte, v. 27, n. 87, 2000. Disponível em: <https://faje.edu.br/periodicos/index.php/Sintese/article/view/752>; Acessado em: 13 fev. 2021. PEREZ, D. O. Kant e o problema da significação. 2002. 407 p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/281076>. Acesso em: 31 mar. 2021. PRADELLE, D. Généalogie de la raison: Essai sur l’historicité du sujet transcendantal de Kant à Heidegger. Paris: Presses universitaires de France, 2013. _________. L’archéologie du monde: constitution de l’espace, idéalisme et intuitionnisme chez Husserl. Phaenomenologica 157, Dordrecht, Kluwer Academic Publishers, 2000. _________. Par-delà la révolution copernicienne. Sujet transcendantal et facultés chez Kant et Husserl. Paris: Presses universitaires de France, 2012. PÖGGELER, O. Der Denkweg Martin Heideggers. Neske, Pfullingen, 1990. REINACH, A. Phenomenologie Realiste. Librarie Philosophique J. Vrin, 2012. _________. (1914). Sobre a fenomenologia: uma abordagem platônica. Tradução de Luís Henrique Toniolo Serediuk Silva. São Paulo: Outra Via, 2020. RICHARD, S. De la forme à l’être: Sur la genèse philosophique du projet husserlien d’ontologie formalle. Belgique, Les Éditions d’Ithaque, 2014. – Collection Science et Métaphysique. ROGOVE, J. The Phenomenological a priori as Husserlian Solution to the Problem of Kant’s “Transcendental Psychologism”. In: APOSTOLESCU, I.; SERBAN, C. (ed.). Husserl, Kant and Transcendental Phenomenology. De Gruyter : 2020, p. 57-82. SANTOS, B. S. Martin Heidegger e o “Absoluto”. A apropriação fenomenológica dos fragmentos sobre filosofia da religião (1916-1917) de Adolf Reinach. Cadernos do Departamento de Filosofia da PUC-Rio: O que nos faz pensar. Volume 26, n.º 40, 2017: Arte, autonomia e política. Disponível em: https://oquenosfazpensar.fil.puc-rio.br/oqnfp/article/view/528. Acesso em: 2024-03-22. SARAIVA, M. M. L’imagination selon Husserl. Paris: Centro Cultural Calouste Gulbenkian, p. 127, 1994. SEARLE, J. R. Intentionality. Cambridge, Cambridge U.P., 1983. SCHULZE, E. G. Excerto de Aenesidemus. Intérprete Sara Seruya. In: Gil, F. (Org.). Lisboa: Calouste Gulbekian, 1992. SCHMIDT, R. Kants Lehre von der Einbildungskraft. Mit besonderer Rücksicht auf die Kr. d. U. Annalen der Philosophie und philosophischen Kritik, hrsg. v. H. Vaihinger u. R. Schmidt, 4. Bd., Leipzig 1924, S. 1-41. (?) SOKOLOWSKI, R. Introdução à fenomenologia. Tradução Alfredo de Oliveira Moraes. – 3 ed. – São Paulo: Edições Loyola, 2012. _________. The Structure and Content of Husserl’s Logical Investigations. Inquiry, v. 14, pp. 318-50, 1971. _________. The formation of Husserl’s concept of constitution. Martinus Njhoff – The Hague, 1970, (Phaenomenologica). STRAWSON, P. F. The bounds of sense: an essay on Kant’s critique of pure reason. London: Routledge, 2006. STUMPF, C. (Ed.). Über den psychologischen Ursprung der Raumvorstellung. Leipzig: Hirzel, 1873. _________. Die Attribute der Gesichtsempfindungen. Abhandlungen der Köninglich Preussischen Akademie der Wissenschaften, 8, p. 1-88, 1917. TORRES, J. C. B. Sobre o sentido da Lógica Transcendental e a imprescindibilidade das categorias. Analytica - Revista de Filosofia, 18(1), 13-46, 2014. doi: https://doi.org/10.35920/arf.2014.v18i1.13-46 VARGA-JANI, A. Historicity and Religiosity in Heidegger’s Interpretation of the Reality: With an Outlook to Adolf Reinach’s Contribution to Heidegger’s Phenomenological Conception. Human Studies, volume: 43, 2020, pp. 409–429. https://doi.org/10.1007/s10746-020-09556-1. Acesso em: 2024-03-22. VATTIMO, G. Adeus à verdade. Tradução de João Batista Kreuch. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2016. – (Coleção Textos Filosóficos). WAELHENS, A. De. Phénoménologie et vérité. Essai sur l'évolution de l'idée de vérité chez Husserl et Heidegger. Paris, Presses universitaires de France, 1953. WILSON, K. D. Kant on Intuition. The Philosophical Quarterly, v. 25, n. 100, 1975, pp. 247-265. WITTGENSTEIN, L. Tractatus logico-filosófico. Trad. de dos Santos, L. H. L. São Paulo, SP, BR: EDUSP, 1993. ZAHAVI, D. Husserl's Phenomenology. Ed. Stanford University Press, Stanford : California, 2003.pt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGF)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Versão_Final_Tese_Felipe_Bragagnolo_Setembro_2024_Pós Banca_Texto_Final_Final.pdfTese. Felipe Bragagnolo.1,21 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.