Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41649
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorOliveira, Jocyel de Brito-
dc.date.accessioned2025-04-01T14:57:19Z-
dc.date.available2025-04-01T14:57:19Z-
dc.date.issued2023-05-29-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Jocyel de Brito. Dinapenia, função tireoidiana e polimorfismo D2-ORFA-ASP3 (RS12885300): estudo transversal em mulheres idosas. Orientador: Helton Estrela Ramos. 2023. 68 f. Dissertação (Mestrado em Processos Interativos dos Órgãos e Sistemas) - Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41649-
dc.description.abstractIntroduction: Dynapenia is the loss of muscle strength and power related to senescence. To diagnose dynapenia, a manual dynamometer is used, which when pressed will emit a value that represents the palmar pressure force (FPP), The criterion for classifying dynapenia is HGS < 26 kg for men and < 16 kg for women The gland The thyroid is responsible for the production and secretion of triiodothyronine (T3) and thyroxine (T4) hormones, which play an important role in body metabolism. Muscle tissue is an important target of thyroid hormone action, so thyroid hormones exert influences on the biochemistry of muscle cells. With population aging, the functioning of the neuromuscular system is naturally at risk of having its capacity for strength and muscular endurance compromised. Loss of strength and muscle mass provide functional limitations for the elderly, which is a factor that generates many pathological processes associated with increased morbidity and mortality. Objective: To evaluate the relationship between skeletal muscle mass, dynapenia, thyroid function and the D2-ORFa-Gly3Asp polymorphism of the DIO2 gene in elderly women at the UATI (UNEB, Salvador, Bahia). Material and Methods: Cross-sectional study carried out with elderly women enrolled in the UATI, a socioeconomic and anthropometric questionnaire was applied. After blood collection, genotyping was performed to investigate possible influences of the polymorphism on the performance of thyroid function. Participants who were male or who had thyroid alterations or diseases, in addition to using medication that altered the thyroid axis, were excluded. Results: The sample had 66 participants, Of these, 8 were diagnosed with dynapenia, they had dynapenic obesity and malnutrition, according to the protocols used. No statistical significance was found between hormonal tests, dynapenia and the D2-ORFa-Gly3Asp polymorphism Conclusion The data presented here show that elderly people from an active population are less likely to have dynapenia, the score value present in the MNA indicates a higher correlation between risk of malnutrition and dynapenic status. There was no association between serum levels of T3, T4, TSH and the D2-ORFa-Gly3Asp polymorphism in the elderly Keywords: Dynapenia, obesity, malnutrition, Thyroid function, T3l, T4l, TSH, aging, muscle mass.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDinapeniapt_BR
dc.subjectMassa muscularpt_BR
dc.subjectFunção tireoidianapt_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.subject.otherDynapeniapt_BR
dc.subject.otherThyroid functionpt_BR
dc.subject.otherMuscle masspt_BR
dc.subject.otherAgingpt_BR
dc.titleDinapenia, função tireoidiana e polimorfismo D2-ORFA-ASP3 (RS12885300): estudo transversal em mulheres idosaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Processos Interativos dos Órgãos e Sistemas (PPGORGSISTEM) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIA::FISIOLOGIA GERAL::FISIOLOGIA ENDOCRINApt_BR
dc.contributor.advisor1Ramos, Helton Estrela-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-2900-2099pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5624505454133902pt_BR
dc.contributor.referee1Ramos, Helton Estrela-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-2900-2099pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5624505454133902pt_BR
dc.contributor.referee2Allahdadi, Ana Quênia Gomes da Silva-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-2679-4606pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4730926578690578pt_BR
dc.contributor.referee3Campos, Renata de Oliveira-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-2888-4798pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3001060823614112pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-1342-0368pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5329579740653724pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Dinapenia é a perda de força e potência muscular relacionada à senescência.Para diagnosticar a dinapenia é utilizado o dinamômetro manual no qual quando pressionado emitirá um valor que representa a força de pressão palmar (FPP), O critério para classificação de dinapenia é a FPP < 26 kg para homens e de < 16 kg para mulheres A glândula tireoide é responsável pela produção e secreção dos hormônios triiodotironina (T3) e tiroxina (T4), que desempenham importante papel no metabolismo corporal.O tecido muscular é um alvo importante da ação do hormônio tireoidiano, logo, os hormônios tireoidianos exercem influências na bioquímica das células musculares. Com o envelhecimento populacional o funcionamento do sistema neuromuscular, naturalmente corre risco de ter a sua capacidade de força e resistência muscular comprometida. A perda da força e da massa muscular proporcionam limitações funcionais aos idosos, sendo este um fator que gera muitos processos patológicos associados ao aumento da morbilidade e mortalidade. Objetivo: Avaliar a relação entre a massa muscular esquelética, dinapenia, função tireoidiana e o polimorfismo D2-ORFa- Gly3Asp do gene DIO2 em mulheres idosas da UATI (UNEB, Salvador, Bahia).Material e Métodos: Estudo transversal realizado com mulheres idosas matriculadas na UATI, foi aplicado o questionário socioeconômico e antropométrico. Após a coleta de sangue, foi realizada a genotipagem para investigar possíveis influências do polimorfismo no desempenho da função tireoidiana. Foram excluídos os participantes do sexo masculino ou que possuem alterações ou doenças tireoidianas, além de fazerem uso de medicamento que alterem o eixo tireoidiano. Resultados: A amostra contou com 66 participantes, Destes, 8 foram diagnosticadas com dinapenia, as mesmas possuíam obesidade dinapênica e desnutrição, de acordo com os protocolos utilizados. Não foi encontrado nenhuma significância estatística entre os exames hormonais, dinapenia e o polimorfismo daD2-ORFa- Gly3Asp Conclusão Os dados aqui apresentados mostram que idosas de uma população ativa, tem menores probabilidades de possuir dinapenia, o valor do score presente no MNA indica uma maior correlação entre o risco de desnutrição e o status de dinapenia. Não houve associação entre níveis séricos de T3, T4, TSH e o polimorfismo D2-ORFa- Gly3Asp em idosas Palavras-chave: Dinapenia, obesidade, desnutrição, Função tireoidiana, T3l, T4l, TSH, envelhecimento, massa muscular.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências da Saúde - ICSpt_BR
dc.relation.references1. Veras, R. O envelhecimento populacional contemporâneo: demandas, desafios e inovações. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 43, n.3, p.548- 554, 2009. 2. Mitchell, W. K. et al. Sarcopenia, dynapenia, and the impact of advancing age on human skeletal muscle size and strength; a quantitative review. Front. Physiol., Basel, v.11, n.3, n.1-18, 2012. 3. Ciosak SI, Braz E, Costa MFBNA, Nakano NGR, Rodrigues J, Alencar RA, et al. Senescência e senilidade: novo paradigma na atenção básica de saúde. RevEscEnferm USP. 2011; 45(Esp. 2):1763-8 4. Davies MR. Muscle. In: Davies A, Blakeley AGH, Kidd C. Human Physiology. Philadelphia: Elsevier; 2001. 5. Clark BC, Manini TM. Sarcopenia ≠ Dynapenia. J Gerontol ABiolSci Med Sci 2008; 63(8): 829-34. 6. Rauen, G. et al. Abordagem do hipotireoidismo subclínico no idoso. Rev. Bras. Clin. Med., São Paulo, v.9, n.4, p.294-299, jul./ago. 2011. 7. Lins APM, SIChIERI R: Influência da Menopausa no Índice de Massa Corporal. Arq Bras Endocrinol Metab2001;45:1-98. ELSAyED NM: Antioxidants Mediterranean diets. World RevNutr Diet2000;87:43-55 in 8. Cesário GCA, NAVARRO AC: O exercício físico em mulheres menopausadas promove a redução do volume da gordura visceral. RevBras Obesidade, Nutrição e Emagrecimento 2008;7:20-33 9. Rosa, L. B., ZUCCOLOTTO, M. C. C., BATAGLION, C. et al. Odontogeriatria - a saúde bucal na terceira idade. RFO. 2008; 13 (2): 82-6. 10. Carvalho, M. J. Efeito da actividade física na força muscular em idosos. Porto: Dissertação de Doutorado apresentada à Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, 2002. 11. BUESCU A, Grego-Filho J (2001) Tireóide. Propedêutica clínica, laboratorial e imaginológica. Em Coronho V, Petroianu A, Santana EM, Pimenta LG (Eds.) Tratado de Endocrinologia e Cirurgia Endócrina. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, Brasil. pp. 359-368. 12. Boelaert K, Franklyn JA. Thyroid hormone in health and disease. J Endocrinol. 2005 Oct;187(1):1-15. doi: 10.1677/joe.1.06131. PMID: 16214936. 13. MAIA AL, Kim BW, Huang SA, Harney JW, Larsen PR. Type 2 iodothyronine deiodinase is the major source of plasma T3 in euthyroid humans. J ClinInvest2005;115:2524-33. 14. SILVA JE, Larsen PR. Comparison of iodothyronine 5'-deiodinase and other thyroid-hormone-dependent enzyme activities in the cerebral cortex of hypothyroid neonatal rat. Evidence for adaptationtohypothyroidism. J Clin Invest1982;70:111023 15. BARRA, G.B.; VELASCO, L.F.R.; PESSANHA, R.P.; CAMPOS, A.M.; MOURA, F.N.; DIAS, S.M.G.; POLIKARPOV, I.; RIBEIRO, R. C.J.; SIMEONI, L.A.; NEVES, F.A.R. Mecanismo Molecular da Ação do Hormônio Tireoidiano. Arquivo Brasileiro Endocrinologia Metabólica (2004) 48: 23-38 16. Adamo ML, Farrar RP. Resistance training, and IGF involvement in the maintenance of muscle mass during the aging process. Ageing Res Rev 2006; 5(3): 310-31. 3. 44 17. IWAMURA M, Kanauchi M. A cross-sectional study of the association between dynapenia and higher-level functional capacity in daily living in communitydwelling older adults in Japan. BMC Geriatr. 2017;17(1):1. 18. SAEZ MORENO, Miguel Ángel et al .Dynapenia and musculo skeletal function in patients over 65 years of age. RevClinMedFam, Barcelona , v. 11, n. 1, p. 8-14, feb. 2018 . Disponible e em http://scielo.isciii.es/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1699695X2018000100008 &lng=es&nrm=iso>. accedidoen 23 jul. 2021. 19. Newman AB, Kupelian V, Visser M, SimonsickEM, Goodpaster BH, Kritchevsky SB, et al. Strength, but not muscle mass, is associated with mortality in the health, aging and body composition study cohort. J GerontolABiolSci Med Sci. 2006;61(1):72-7. 20. KOSTER, A.; DING, J.; STENHOLM, S.; CASEROTTI, P.; HOUSTON, D. K.; NICKLAS, B. J.; HARRIS, T. B. Does the amount of fat mass predict age-related loss of lean mass, muscle strength, and muscle quality in older adults?. The Journals of Gerontology Series A: Biological Sciences and Medical Sciences, v. 66, n. 8, p. 888- 895, 2011. 21. MACINTHOSH, BR at al. Skeletal muscle: Form and function. Champaign:Human Kinetics,2006. 22. Power GA, Dalton BH, Behm DG, Vandervoort AA, Doherty TJ, Rice CL. Motor unit number estimates in masters runners: use it or lose it? MedSci Sports Exerc. 2010;42:1644–50. [PubMed] 23. STUDENSKI, SA. et al. The FNIH sarcopenia project: rationale, study description, conference recommendations, and final estimates. Journals of Gerontology-mSeries A: Biomedical Sciences and Medical Sciences, v. 69, n.5, p. 547-558, 2014 24. MITCHELL, W.K.; WILLIANS, J.; ATHERTON, P.; LARVIN, M.; LUND, J.; NARICI, M.; Sarcopenia, dynapenia, and the impact of advancing age on human skeletal muscle size and strength; a quantitative review.Frontiers in Physiology, v.3, n.260, Jul. 2012. 25. NEBULONI,C.C. Diabetes não controlado como fator associado à dinapenia em pessoas com 50 anos ou mais. Ano. Dissertação (Mestrado em Gerontologia) - Programa de Pós-Graduação em Gerontologia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, ano,2018 26. SJÖBLOM, S. et al. Relationship between postmenopausal osteoporosis and the components of clinical sarcopenia. Maturitas, v. 75, n. 2, p. 175-180, 2013 27. BOUCHARD, D. R.; JANSSEN, I. Dynapenic-obesity and physical function in older adults. Journals of Gerontology - Series A Biological Sciences and Medical Sciences, Kingston, ON, v. 65, n. 1, p. 71–77, 2010. 28. MÁXIMO, R.D.O.Obesidade abdominal, dinapenia e obesidade abdominal dinapênica como fatores associados à quedas em idosos residentes no Município de São Paulo - Estudo SABE. 2017. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2017. 29. RANTANEM T, Volpato S, Heikkinen LFE, Fried LP, Guralnik JM. Handgrip Strength and Cause-Specific and Total Mortality in Older Disabled Women: Exploring the Mechanism. .JAGS. 2003;51:6. 30. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA. I Consenso brasileiro de doença pulmonar obstrutiva crônica. J Pneumol. 2000. 26( supl 45 31. DOURADO, V.Z., GODOY, I. Alterações musculares na doença pulmonar obstrutiva crônica, Fisioterapia e Pesquisa, v.13, n.3, p.76-87, Dec, 2006. ISSN 2316-9117. 32. MARTINEZ, E.Z., NETO, F.L., PEREIRA, B.B. A curva ROC para testes diagnósticos, Cadernos Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.11, n.1, p.7-31, 2013. 33. SOUSA, F.C. Identificação de dinapenia em pacientes com DPOC exacerbada e sua relevância no prognóstico clínico, São Carlos, 2017 34. SCHLÜSSEL, M. M. A dinamômetria manual e seu uso na avaliação nutricional. Revista de Nutrição, Campinas, v. 21, n. 2, p. 223-235, abr./mar. 2008. 35. MARTIN, F.G.; NEBULONIC, C.; NAJAS, M.S. Correlação entre estado nutricional e força de preensão palmar em idosos. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 2012, vol15, n.03, p. 493-504. 36. FRIELD LP, Tangen CM, Walston J, Newman AB, Hirsch C, Gottdiener J, Seeman T, Tracy R, Kop WJ, Burke G, McBurnie MA; Cardiovascular Health Study Collaborative Research Group. Frailty in older adults: evidence for a phenotype. J GerontolABiolSci Med Sci. 2001;56(3):M146-56 37. McLean RR, Shardell MD, Alley DE, et al. Criteria for clinically relevant weakness and low lean mass and their longitudinal association with incident mobility impairment and mortality: the foundation for the National Institutes of Health (FNIH) sarcopenia project. J Gerontol A BiolSci Med Sci. 2014;69(5):576-83. PMID: 24737560; doi: 10.1093/gerona/glu012. 38. ALEXANDRE, T.S, DUARTE ,Y.A.; SANTOS, J.L.; WONG, R., LEBRÃO, M.L. Sarcopenia according to the european working group on sarcopenia in older people (EWGSOP) versus dynapenia as a risk factor for disability in the elderly. J Nutr Health Aging, v.18, n. 5, p. 547-53, 2014. 39. HAIRI 40. KONDO, T.; EZZAT, S.; ASA, S. L. Pathogenetic mechanisms in thyroid follicularcell neoplasia. Nat RevCancer, v. 6, n. 4, p. 292-306, 2006. 41. SPERLING, M. A. Pediatric endocrinology. 3 rd ed. Philadelphia: Saunders,2008. 42. Kress E, Samarut J, Plateroti M: Thyroid hormones and the control of cell proliferation or cell differentiation: paradox or duality? Mol CellEndocrinol 2009, 313(1-2):36-49. 43. MAZZAFERRI, E.L.A Tireoide. In: Mazzaferri, E. L. Endocrinologia, 1980, 604p 44. MASULLO, L, F, Avaliação do estresse oxidativo em mulheres diagnosticadas com hipotireoidismo primário. 2017. 76 f. Dissertação (Mestrado em Patologia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017. 45. Braunteim, G.D. Tireotoxicose. Agosto,2022 46. GUYTON, A.C; HALL, J.E. Ação dos hormônios da tireóide. In: Tratado de Fisiologia médica.9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p.735-750, 1999. 47. VARGAS-URICOECHEA, H.; BONELO-PERDOMO, A. e; SIERRA-TORRES C. H.: Effects of thyroid hormones on the heart. Clin InvestigArterioscler. v. 26, n. 6, p. 296-309, Nov. Dic. 2014. 48. GADELHA, Patrícia Sampaio; MONTENEGRO, Renan M.. Interpretação dos Testes de Função Tireoidiana. In: VILAR, Lúcio. Endocrinologia clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2016. Cap. 22, 393. 46 49. YEN, P. M. Physiological and molecular basis of thyroid hormone action. PhysiolRev, v. 81, n. 3, p. 1097-142, Jul 2001. 50. KLATZ R, GOLDMAN B (2006) Anti-aging Therapeutics. Vol. VI. American Academy of Anti-Aging Medicine. Chicago, EEUU. pp. 9-10. 51. Baratti-Elbaz C, Ghinea N, Lahuna O, Loosfelt H, Pichon C, and Milgrom E (1999) Internalization and Recycling Pathways of the Thyrotropin Receptor Mol. Endocrinol. 1, 13: 1751-1765. 52. Gietka-Czernel M. The thyroid gland in postmenopausal women: physiology and diseases. Menopause doi:10.5114/pm.2017.68588. Review/PrzeglądMenopauzalny. 2017;16(2):33-37. 53. Oliveira, Adriana Silva. Transporte de Hormônios Tireoideanos em hemácias de pacientes com hipertireoidismo ou hipotireoidismo primário/Adriana Silva Oliveira - Brasiília, 2009) 54. Kasper DL, Braunwald e, Fauci A, Hauser S, Longo D, Jameson JL. Harrison's Principles of Internal Medicina 16 Edition Publisher: McGraw-Hill Professional 2004. 55. CAIOZZO VJ, BAKER MJ, BALDWIN KM. Novel transitions in MHC isoforms: separate and combined effects of thyroid hormone and mechanical unloading. J ApplPhysiol. 1998;85:2237–2248. 56. RAMSAY I. Thyroid disease and muscle dysfunction. London: Heinemann Medical Books Ltd; 1974 57. Freitas , E.V. de Tratado de Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara 2002 58. Narici MV, Maganaris CN. Adaptability of elderly human muscles and tendons to increased loading. J Anat. 2006;208(4):433-43 59. WALSTON J, Hadley EC, Ferrucci L, Guralnik JM, Newman AB, Studenski SA, et al. Research agenda for frailty in older adults: toward a better understanding of physiology and etiology: summary from the American Geriatrics Society/National Institute on Aging Research Conference on Frailty in Older Adults. J AmGeriatrSoc 2006; 54(6): 991-1001. 60. KUIPER GG, Kester MH, Peeters RP, Visser TJ. Biochemical mechanisms of thyroid hormone deiodination. Thyroid2005;15:787-98. 61. BRENT, G. A. Mechanisms of thyroid hormone action. J Clin Invest. v. 122, n.9, p. 3035-43, 2012. 62. Bianco AC, Salvatore D, Gereben B, Berry MJ, Larsen PR. Biochemistry, cellular and molecular biology, and physiological roles of the iodothyronine selenodeiodinases. EndocrRev2002;23:38-89. 63. BAQUI, M.M., BOTERO, D., GEREBEN, B., CURCIO, C., HARNEY, J.W. SALVATORE, D., SORIMACHI, K., LARSEN, P.R., BIANCO, A.C..Human type 3 iodothyronine selenodeiodinase is located in the plasma membrane and undergoes rapid internalization to endosomes. J BiolChemn. 278, p. 1206-1211, 2003. 64. MAIA AL, KIM BW, HUANG SA, HARNEY JW, LARSEN PR. Type 2 iodothyronine deiodinase is the major source of plasma T3 in euthyroid humans. J Clin Invst.,v. 115, n, 9, p.2524-2533, Sep. 2005. 47 65. NISHIKAWA, M.;TOYODA, N.; YONEMOTO, T.; OGAWA, Y.;TABATA, S.; SAKAGUCHI, N.; TOKORO, T.; GONDOU, A.; YOSHIMURA, M.; YOSHIKAWA, N. et al. 1998. Quantitative measurements for type 1 deiodinase Messenger ribonucleic acid in human peripheral blood mononuclear cells: mechanism of the preferential increase of T3 in hyperthyroid Graves' disease. BiochemBiophys Res Commun. n. 250, p.642-646, 1988. 66. WAGNER, M.D.S. Expressão das Iodotironinas Desiodases Tipos I e II em Diferentes Tecidos de Camundongos Normais e com Deficiência Inata para a Desiodase tipo I. 2001. Tese (Doutorado em Fisiologia).100f. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre 67. CHOPRA IJ. A study of extrathyroidal conversion of thyroxine (T4) to 3,3’,5 triiodothyronine (T3) in vitro. Endocrinology1977;101:453-63 68. HUANG SA, Dorfman DM, Genest DR, Salvatore D, Larsen PR 2003 Type 3 iodothyronine deiodinase is highly expressed in the human uteroplacental unit and in fetal epithelium. J ClinEndocrinolMetab 88:1384-1388 69. VERLOOP, H. et al. Genetic variation in deiodinases: a systematic review of potential clinical effects in humans. EuropeanJournalofEndocrinology, v. 171, n. 1, p. 123–135, 2014. 70. Buettner C , Harney JW e Larsen PR. A região 3 'não traduzida do mRNA da iodotironinadesiodinase tipo 2 humana contém um elemento de sequência de inserção de selenocisteína funcional. J BiolChem 273 : 33374–33378, 1998 . 71. CELI, F.S. et al. Structural organization and chromosomal localization of the human type II deiodinase gene. EuropeanJournalofEndocrinology. v.143, n.2, p. 267271,2000. 72. Batistuzzo A, Ribeiro M. O. OS POLIMORFISMOS DO GENE D2 E SUAS IMPLICAÇÕES EM DISTÚRBIOS COGNITIVOS E COMPORTAMENTAIS. Polimorfismos de DIO2 no Comportamento e Cognição ISSN 1809-4139 – DOI: 10.22310/1809-4139/cpdd.v16n1p25-34 73. PeetersRP , van denBeld AW , Attalki H , Toor H , de Rijke YB , Kuiper GG , Lamberts SW , Janssen JA , Uitterlinden AG , Visser TJ 2005 Um novo polimorfismo no gene da deiodinasetipo II está associado aos parâmetros do hormônio tireoidiano circulante. Am J PhysiolEndocrinolMetab289:E75-E81 74. GerebenB ,Kollár UMA , Harney JW , Larsen PR 2002 A estrutura do mRNA possui efeitos reguladores potentes na expressão da iodotironinadesiodinase tipo 2. Mol Endocrinol 16:1667-1679 75. JONG F.J. Robin P. Peeters, Tom den Heijer, Wendy M. van der Deure, Albert Hofman, André G. Uitterlinden, Theo J. Visser, Monique MB Breteler, The Association of Polymorphisms in the Type 1 and 2 Deiodinase Genes with Circulating Thyroid Hormone Parameters and Atrophy of the Medial Temporal Lobe, The Journal of Clinical Endocrinology &Metabolism , Volume 92, Issue 2, 1 de fevereiro de 2007, Pages 636-640 76. DE GROOT, L.J., HENNEMANN, G. Thyroid disease manager. The Thyroid and its diseases. Massachusetts: EndocrineEducation, 2002. Disponível em:. Acesso em: 13 ago. 2002. 77. CRUZ-JENTOFT, AJ. et al. Sarcopenia: European consensus on definition and diagnosis. Age andAgeing, v. 39, n. 4, p. 412-23, Jul. 2010. 48 78. RECH CR, DELLAGRANA RA, MARUCCI MFN, PETROSKI EL. Validade de equações antropométricas para estimar a massa muscular em idosos. Rev. bras. cineantropom. desempenho hum. 2012;14:23-31. 79. KYLE UG, BOSAEUS I, LORENZO AD, DEURENBERG P, ELIA M, GÓMEZ JM, et al. Bioelectrical impedance analysis - part I: review of principles and methods. Clin Nutr. 2004;23:1226-46. 80. LAURETANI, Fulvio, Cosimo Roberto Russo, StefaniaBandinelli, BenedettaBartali, Chiara Cavazzini, Angelo Di Iorio, Anna Maria Corsi, TainaRantanen, Jack M. Guralnik, and Luigi Ferrucci. Age-associated changes in skeletal muscles and their effect on mobility: an operational diagnosis of sarcopenia. J ApplPhysiol 95: 18511860, 2003; 10.1152/japplphysiol.00246.2003 81. ALEXANDRE, T.S, DUARTE ,Y.A.; SANTOS, J.L.; WONG, R., LEBRÃO, M.L. Sarcopenia according to the european working group on sarcopenia in older people (EWGSOP) versus dynapenia as a risk factor for disability in the elderly. J Nutr Health Aging, v.18, n. 5, p. 547-53, 2014. 82. Garcia PA. Sarcopenia, mobilidade funcional e nível de atividade física em idosos ativos da comunidade. [dissertação]. Belo Horizonte: Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Universidade Federal de Minas Gerais; 2008. 83. Goodpaster BH, Kritchevsky SB, et al. Strength, but not muscle mass, is associated with mortality in the health, aging and body composition study cohort. J GerontolABiolSci Med Sci. 2006;61(1):72-7. 84. Lima, RM et al. Efeitos do treinamento resistido sobre a força muscular de idosas:uma comparação entre métodos.Rev. bras. cineantropom. desempenho hum.2012;14:409-18 85. Mazo, G. Z. Atividade Física, Qualidade de Vida e Envelhecimento. PortoAlegre: Sulina, 2008. 86. ADEBUSOYE, L. A. et al. Factors associated with sarcopenia among older patients attending a geriatric clinic in Nigeria. Nigerian Journal of Clinical Practice, [s. l.], v. 21, n. 4, p. 443- 450, abr. 2018. 87. Ferreira OGL, Maciel SC, Costa SMG, Silva AO, Moreira MASP. ENVELHECIMENTO ATIVO E SUA RELAÇÃO COM A INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL,2008 88. Brasil. Ministério da Saúde; Secretaria de Atenção à Saúde; Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília; 2006. (Cadernos de Atenção Básica, n. 19) 89. ROSSI, A. P. et al. Dynapenic Abdominal Obesity as a Predictor of Worsening Disability, Hospitalization, and Mortality in Older Adults: Results from the InCHIANTI Study. Journals of Gerontology - Series A Biological Sciences and Medical Sciences, Verona, IT,v. 72, n. 8, p. 1098–1104, 2017. 90. Zhang Q, Liu L, et al. Handgrip strength is inversely associated with metabolic syndrome and its separate components in middle aged and older adults: a largescale population-based study. Metabolism [Internet]. 2019;93:61–7. Availablefrom: https//doi.org/10.1016/j.metabol.2019.01.011 91. PINTO M, de M. DYNAPENIC OBESITY. Ciências do esporte e educação física: Saúde e desempenho 2.2º edição, 2022 49 92. Máximo R.D O. Obesidade abdominal, dinapenia e obesidade abdominal dinapênica como fatores associados à quedas em idosos residentes no Município de São Paulo - Estudo SABE, Universidade Federal de São Carlos - UFSCar Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia,2017. 93. Cavinato, A. J. C. Desnutrição x obesidade: uma revisão bibliográfica,2022 94. Donini LM, Scardella P, Piombo L, Neri B, Asprino R, Proietti AR, et al. Malnutrition in elderly: social and economic determinants. J Nutr Health Aging 2013; 17(1): 9-15 95. BLOISE, Flavia F.; CORDEIRO, Aline; ORTIGA-CARVALHO, Tania Maria. Role of thyroid hormone in skeletal muscle physiology. Journal of Endocrinology, v. 236, n. 1, p. R57-R68, 2017. 96. Reuters V. P. Avaliação Clínica e da Função Muscular em Pacientes Com Hipotireoidismo Subclínico. ArqBrasEndocrinolMetabvol 50 nº 3 Junho 2006 97. MILANESI, Anna et al. Thyroid Hormone Receptor Alpha is Essential to Maintain the Satellite Cell Niche During Skeletal Muscle Injury and Sarcopenia of Aging. Thyroid, v. 27, n. 10, p. 1316-22, 2017. 98. Ramírez, P. C., de Oliveira Máximo, R., Capra de Oliveira, D., de Souza, A. F., Luiz, M. M., Delinocente, M. L. B., Steptoe, A., de Oliveira, C., & da Silva Alexandre, T. (2023). Dynapenic Abdominal Obesity as a Risk Factor for Metabolic Syndrome in Individuals 50 Years of Age or Older: English Longitudinal Study of Ageing. The JournalofNutrition, Health &Aging, 27(12), 1188–1195. 99. Janssen, I., Heymsfield, S. B., Baumgartner, R. N., & Ross, R. (2000). Estimation of skeletal muscle mass by bioelectrical impedance analysis. Journal of Applied Physiology, 89(2), 465-471. Disponível em: https://journals.physiology.org/doi/full/10.1152/jappl.2000.89.2.465pt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGPIOS)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Jocyel de Brito Oliveira Dissertação, Dinapenia e polimorfismo em idosas de Salvador.pdfJocyel Oliveira1,8 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.