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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40476
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Ariane Gonçalves da-
dc.date.accessioned2024-10-22T14:07:16Z-
dc.date.available2024-10-22T14:07:16Z-
dc.date.issued2024-09-02-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40476-
dc.description.abstractDaily exposure to rodent infestations leads to stress and concerns about health and well-being. In urban impoverished communities, these effects are often exacerbated by poor environmental and sanitary conditions and a sense of powerlessness to control their surroundings. Although the influence of environmental and socioeconomic factors is recognized, few studies in Brazil explore how prolonged exposure affects environmental perceptions in impoverished areas. To address this, we conducted a cross-sectional and qualitative study in urban communities in Salvador, Bahia, to understand residents' perceptions, experiences, and practices regarding rodent infestations. We used individual and household surveys, as well as focus group discussions. Residents demonstrated awareness of the environmental factors that contribute to infestations and reported their control practices. They frequently observed rodents in public spaces, residential areas, and peridomestic zones, and expressed feelings of disgust and danger. Despite this, they felt that exposure to rats and the diseases they transmit was “inevitable” and had grown accustomed to their presence. Due to neglect by authorities, they have developed their coping mechanisms, relying on community initiatives and social support. These findings highlight how environmental and socioeconomic factors shape individual perceptions. They suggest a need for comprehensive, integrated interventions that address individual, community, institutional, and public policy levels simultaneously.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRattuspt_BR
dc.subjectPercepçõespt_BR
dc.subjectComunidades urbanaspt_BR
dc.subjectRelação humano-ambiente-ratopt_BR
dc.subject.otherRattuspt_BR
dc.subject.otherPerceptionspt_BR
dc.subject.otherImpoverished Communitiespt_BR
dc.subject.otherHuman-environment-rat relationshippt_BR
dc.titlePercepções e experiências dos residentes de comunidades empobrecidas de Salvador - BA sobre a infestação de roedorespt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS BIOLÓGICASpt_BR
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.contributor.advisor1Souza, Fábio Neves-
dc.contributor.referee1Souza, Fábio Neves-
dc.contributor.referee2Palma, Fabiana Almerinda Gonçalves-
dc.contributor.referee3Souza, Juliana Macedo-
dc.description.resumoA convivência diária dos(as) residentes em ambientes com infestações de roedores induz estresse e preocupações com riscos à saúde e ao bem-estar. Os efeitos dessas interações podem ser agravados em comunidades empobrecidas devido às condições ambientais e sanitárias precárias e à sensação de incapacidade de controlar seu ambiente. Embora os fatores ambientais e socioeconômicos sejam conhecidos, no Brasil há poucos estudos que abordam os impactos das experiências prolongadas da infestação de roedores na percepção do ambiente por populações de regiões empobrecidas. Conduzimos um estudo transversal e qualitativo em comunidades urbanas de Salvador, Bahia, para compreender as percepções, experiências, contextos e práticas dos moradores em relação às infestações de roedores. Utilizamos inquéritos individuais e domiciliares, além de discussões em grupos focais. Os moradores demonstraram ter conhecimento dos determinantes ambientais que favorecem infestações, além de possuírem suas próprias práticas de controle. Relataram avistamentos nas vias públicas, áreas domiciliares e peridomiciliares, e expressaram sentimentos de nojo e perigo. Também acreditavam ser "inevitável" a exposição a ratos e desenvolvimento de doenças que eles transmitem e afirmaram estar habituados com a presença de ratos. Devido à negligência estatal, criam seus próprios mecanismos de enfrentamento, baseando-se em iniciativas comunitárias e apoio social. Esses resultados indicam que os (as) residentes percebem os fatores ambientais e socioeconômicos que contribuem para as percepções individuais. Isto sugere a necessidade de intervenções abrangentes e integrativas capazes de atuar simultaneamente em níveis individual, comunitário e institucional.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Biologiapt_BR
dc.type.degreeBachareladopt_BR
dc.publisher.courseCIÊNCIAS BIOLÓGICASpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Ciências Biológicas (Biologia)

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ARIANE_TCC_BIOLOGIA_02-09-2024.pdfPercepções e experiências dos residentes de comunidades empobrecidas de Salvador - Ba sobre a infestação de roedores2,85 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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