Campo DC | Valor | Idioma |
dc.creator | Vicente, José João Neves Barbosa | - |
dc.date.accessioned | 2025-01-07T18:51:22Z | - |
dc.date.available | 2025-01-07 | - |
dc.date.available | 2025-01-07T18:51:22Z | - |
dc.date.issued | 2016-12-06 | - |
dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40837 | - |
dc.description.abstract | The introduction of the "representation" in politics gained force since
the modern era to the present day. In the democratic political system,
it has become one of the essential mechanisms, and it is no
coincidence that talk constantly of "representative democracy",
according to which the "rulers" act in the place of the "ruled" that
elected them. For a large part of statesmen and theorists of this
subject, the political representation is the necessary equivalent of
democracy, thus, representative democracy appears to its eyes as
the best political solution for the men and all instances of a
constituted government must be directed through representatives of
the people who deliberate in its place. In this sense, to imagine a
politically organized society without representation, without elected
representatives who act in the name and in place of the voters, or to
confront the way it works at the representative system of
government, it seems to be a step backwards, or a perspective
“bizarre”. But, the modern philosopher, Rousseau, and the
contemporary philosopher, Arendt, had different understanding and
positioning of the majority, not intimidated in the face of the voices
who supported and defended this political system and did not
hesitate to confront him. Each one of them, in their own times, and
saw the functioning of the representative system of government in
which the people participate politically and exercise their freedom
only in electoral periods, not as the best political solution for men, but
how big a threat to freedom and the political participation of citizens;
for both, political representation, at least as it appeared to their eyes,
is a mechanism of political that prevents the people from exercising
their true freedom and, consequently, to participate effectively in the
politic. “The will,” says Rousseau, is unrepresentative, no one can
have “will” in the place of another, and on the other hand, the
“action,” says Arendt, can only be exercised by the individual himself,
that is, no one can “act” in my place. This study will follow, therefore,
the placements of these two authors in the face of political
representation and the concepts they are related, and investigates its
meaning and its reach as they appear fundamentally in his works
Social contract and On revolution respectively. | pt_BR |
dc.language | por | pt_BR |
dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
dc.subject | Aparência | pt_BR |
dc.subject | Liberdade | pt_BR |
dc.subject | Pluralidade | pt_BR |
dc.subject | Representação política | pt_BR |
dc.subject | Totalitarismo | pt_BR |
dc.subject | Vontade Geral | pt_BR |
dc.subject.other | Appearance | pt_BR |
dc.subject.other | Freedom | pt_BR |
dc.subject.other | Pluralit | pt_BR |
dc.subject.other | Political representation | pt_BR |
dc.subject.other | Totalitarianism | pt_BR |
dc.subject.other | General will. | pt_BR |
dc.title | Rosseau e Arendt: Críticos da representação política na modernidade e contemporaneidade? | pt_BR |
dc.type | Tese | pt_BR |
dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) | pt_BR |
dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS | pt_BR |
dc.contributor.advisor1 | Silva , Genildo Ferreira da | - |
dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0537770792622115 | pt_BR |
dc.contributor.referee1 | Silva, Genildo Ferreira da | - |
dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0537770792622115 | pt_BR |
dc.contributor.referee2 | Nascimento, Milton Meira do Nascimento | - |
dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/8429886109080931 | pt_BR |
dc.contributor.referee3 | Silva, Adriano Correia | - |
dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/7465568204123045 | pt_BR |
dc.contributor.referee4 | Almeida, Vanessa Sievers de | - |
dc.contributor.referee4Lattes | http://lattes.cnpq.br/0114320385500004 | pt_BR |
dc.contributor.referee5 | Moura, Mauro Castelo Branco de Moura | - |
dc.contributor.referee5Lattes | http://lattes.cnpq.br/8081639759656421 | pt_BR |
dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/3698270800560619 | pt_BR |
dc.description.resumo | introdução da “representação” na política ganhou força
desde a época moderna até os dias atuais. No sistema político
democrático, ela se tornou um dos mecanismos essenciais, e não é
por acaso que se fala constantemente de “democracia
representativa”, segundo a qual os “governantes” agem no lugar dos
seus “governados” que os elegeram. Para grande parte dos
estadistas e teóricos do assunto, a representação política é o
equivalente necessário da democracia, assim, a democracia
representativa surge aos seus olhos como a melhor solução política
para os homens e todas as instâncias de um governo constituído
devem ser dirigidas através de representantes do povo que
deliberem em seu lugar. Nesse sentido, imaginar uma sociedade
politicamente organizada sem representação, isto é, sem
representantes eleitos que agem em nome e no lugar dos eleitores,
ou confrontar a forma como funciona o sistema representativo de
governo, parece ser um retrocesso, ou uma perspectiva “bizarra”.
Mas, o filósofo moderno, Rousseau, e a filósofa contemporânea,
Arendt, tiveram compreensão e posicionamento diferentes da
maioria, não se intimidaram diante das vozes que apoiavam e
defendiam esse sistema político e nem se hesitaram em confrontálo. Cada um deles, em suas respectivas épocas, viu o
funcionamento do sistema representativo de governo, no qual o povo
participa politicamente e exerce a sua liberdade apenas em períodos
eleitorais, não como a melhor solução política para os homens, mas
como uma grande ameaça à liberdade e a participação política dos
cidadãos; para ambos, a representação política, pelo menos como
apareceu aos seus olhos, é um mecanismo político que impeça o
povo de exercer a sua verdadeira liberdade e, consequentemente,
de participar efetivamente na política. A “vontade”, diz Rousseau, é
irrepresentável, ninguém pode ter “vontade” no lugar do outro, e por
outro lado, a “ação”, afirma Arendt, só pode ser exercida pelo próprio
indivíduo, isto é, ninguém pode “agir” no meu lugar. Este estudo
seguirá, portanto, os posicionamentos desses dois autores diante da
representação política e os conceitos a elas relacionados, e
investiga o seu sentido e o seu alcance como aparecem
fundamentalmente em suas obras Do contrato social e Da revolução
respectivamente. | pt_BR |
dc.publisher.department | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) | pt_BR |
dc.type.degree | Doutorado | pt_BR |
Aparece nas coleções: | Tese (PPGF)
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