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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41294
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorCosta, Israel Alexandria-
dc.date.accessioned2025-02-19T19:35:48Z-
dc.date.available2025-02-19-
dc.date.available2025-02-19T19:35:48Z-
dc.date.issued2013-12-16-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41294-
dc.description.abstractLa présente thèse a pour thème et objet de recherche le mal de l’intolérance dans la philosophie de Jean-Jacques Rousseau et pour objectif d’offrir, dans une perspective politicophilosophique, une approche systématique de ce thème à partir des œuvres politicopédagogiques et autobiographiques de l’auteur. Partant de l’hypothèse rousseauienne de l’origine du mal pour proposer un concept de l’intolérance qui puisse prendre en compte la variété des questions que la tradition philosophico-tolérante avait désignées comme étant des questions d’intolérance, on s’attache ici à défendre la thèse que l’intolérance est amour-propre et impiété. Cette argumentation veut prouver que c’est à la lumière de cette conception que Rousseau pense les questions qui forment le tableau général de la réflexion tolérante présente dans les œuvres de Locke, Bayle et Voltaire comme étant celle des limites entre le pouvoir civil et le pouvoir ecclésiastique, de l’athéisme vertueux, du fanatisme et de la censure. Dans la première partie qui forme la structure de cette argumentation nous cherchons à construire la perspective philosophique et l’hypothèse au moyen de l’argument selon lequel le statut de l’œuvre rousseauienne est philosophique et que sa réflexion au sujet des origines du mal permet de penser le concept d’intolérance comme un mal qui se définit par les notions d’amour-propre et d’impiété. Ensuite, nous soulignons le façon comment finalement ces questions sont prises en compte par la philosophie de Rousseau moyennant une analyse de la conception de l'intolérance qui est impliquée dans les réflexions de l'auteur sur le sujet.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRousseaupt_BR
dc.subjectJean-Jacquespt_BR
dc.subjectFilosofia francesapt_BR
dc.subjectRazãopt_BR
dc.subjectTolerância.pt_BR
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subject.otherPhilosophie françaisept_BR
dc.subject.otherRaisonpt_BR
dc.subject.otherTolérancept_BR
dc.subject.otherReligion.pt_BR
dc.titleRousseau e o mal da intolerânciapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Genildo Ferreira da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0537770792622115pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Genildo Ferreira da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0537770792622115pt_BR
dc.contributor.referee2Souza, Maria das Graças de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0723788857735521pt_BR
dc.contributor.referee3Santos, Antônio Carlos dos-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5864437995138299pt_BR
dc.contributor.referee4Sahd, Luiz Felipe Netto de Andrade e Silva-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/4699855762198405pt_BR
dc.contributor.referee5Moura, Mauro Castelo Branco de-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/8081639759656421pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6132649169001253pt_BR
dc.description.resumoA presente tese tem por tema e objeto de pesquisa o mal da intolerância na filosofia de JeanJacques Rousseau, e como objetivo oferecer, sob uma perspectiva político-filosófica, uma abordagem sistemática desse tema a partir das obras político-pedagógicas e autobiográficas do autor. Partindo da hipótese rousseauniana da origem do mal para propor um conceito de intolerância que possa contemplar a variedade das questões que a tradição filosóficotolerantista designara como sendo questões de intolerância, busca-se aqui defender a tese de que a intolerância é amor-próprio e impiedade. Esta defesa pretende provar que é à luz dessa concepção que Rousseau pensa as questões que formam o quadro geral da reflexão tolerantista representada nas obras de Locke, Bayle e Voltaire como a dos limites entre o poder civil e o eclesiástico, do ateísmo virtuoso, do fanatismo e da censura. Na primeira parte que forma a estrutura desta defesa busca-se fixar a perspectiva filosófica e a hipótese mediante o argumento de que o estatuto da obra rousseauniana é filosófico e que sua reflexão acerca das origens do mal permite pensar o conceito de intolerância como um mal que se define pelas noções de amor-próprio e de impiedade. Em seguida, sublinha-se o modo como as referidas questões são contempladas pela filosofia de Rousseau mediante a análise da concepção de intolerância que se encontra implicada nas reflexões do autor sobre o tema.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
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